segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Reconto - A lagartinha comilona

Numa noite de luar, numa folha estava um ovo que fazia clarc.
No domingo estava uma lagartinha numa folha.
No  domingo  a lagartinha  rastejou  de  dia  à  procura  de  comida.
Na  segunda-feira   a  lagartinha  devorou  uma  maçã, mas  não  tinha ficado  satisfeita.
No dia seguinte  ela comeu  duas  pêras, mas  ainda  não estava  satisfeita.
Na  quarta-feira  ela devorou  três  ameixas,  mas não  tinha  ficado cheia.
No  dia seguinte  ela comeu  quatro morangos, mas ainda não tinha ficado cheia.
Na  sexta-feira  ela  devorou  cinco laranjas, mas  ela  não ficou cheia.
No  sábado ela  comeu  muitos doces  e  á  noite ela  tinha dores de  barriga.
No  domingo ela comeu  uma folha  e  ficou  melhor.
Depois  ela ficou  muito  gorda  e  grande e fez  um  casulo  e ficou  lá dentro  muito  tempo.
Ela  fez  força  e  saiu  de  lá  uma  linda  e  bela  borboleta.

Reconto - A lagarta comilona

Numa noite de sábado em cima duma folha estava um ovo muito pequenino. Numa manhã muito bonita de domingo, uma lagarta saiu do ovo. Pôs-se logo em busca de comida.

         Na segunda-feira ela comeu uma maçã e não ficou satisfeita.

       Na terça-feira comeu duas peras e não ficou satisfeita.

      Na quarta-feira comeu três ameixas ainda não ficou satisfeita.

      Na quinta-feira comeu quatro morangos e não ficou satisfeita.

       Na sexta-feira comeu cinco laranjas e não ficou satisfeita.

     No sábado comeu muito doces e começou a doer-lhe a barriga.

    No domingo comeu uma folha e ficou muito melhor da barriga.

   A lagarta fez um casulo e esteve semanas e semanas lá dentro até que fez força para sair de lá de dentro e transformou-se numa borboleta colorida.          

Reconto - A lagarta comilona

Era uma vez um  ovo muito pequenino que  estava numa folha.
Era de noite e ovo  muito pequenino fez trac e apareceu uma lagartinha comilona.
    Na segunda-feira devorou 1 maçã.
    Na  terça-feira devorou 2 pêras.
    Na  quarta-feira devorou 3 ameixas.
    Na  quinta-feira devorou 4 morangos.
    Na  sexta-feira devorou 5 laranjas.
    Depois de isto tudo ainda não ficou satisfeita.
    No Sábado devorou um bolo, gelado, queijo, mortadela e chupa-chupa e quando foi dormir tinha muitas dores de barriga.
     No Domingo devorou uma folha e ficou logo melhor.
Ela ficou grande e gorda, fez um casulo e ficou lá semanas e semana. Um dia fez um furo no casulo e saiu de lá ficando uma borboleta muito bonita.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A digestão

Com os dentes que eu tenho na boca mastigo e trituro a comida. Misturo com a minha saliva e forma se um bolo alimentar. O bolo alimentar passa por: o esófago e vai para o estômago. No estômago transforma-se em quimo por causa do suco gástrico depois vai para o duodeno depois vai para o intestino delgado e transforma-se em quilo por causa dos líquidos do pâncreas e do fígado.
As bactérias boas transformam a comida em vitaminas e portei nas que são absorvidas no intestino delgado.
As substâncias que eu não preciso vão para o intestino grosso e saem pelo ânus.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Reconto - A Carochinha

Era uma vez uma  Carochinha   que  estava  a varrer  o chão da casa e encontrou  uma  moeda de  ouro e foi comprar um vestido de noiva.
Foi para a janela cantar:
- Quem quer, quem quer casar com a Carochinha que é riquinha e bonitinha?
 E  veio um cão que disse:
- Quero eu   quero  eu  !
-Tu não!
 A  Carochinha  cantou outra vez aquela música e veio um boi mas a Carochinha disse :
-Não,  tu não! – disse a  Carochinha.
A Carochinha cantou outra vez :
-Quem quer casar com a Carochinha que é riquinha e bonitinha?
 E  veio um gato e disse:
-Quero eu  ,quero eu!
 -Tu não, porque eu sou amiga dos ratos.
A  Carochinha   cantou  a  música outra vez  e veio um galo:
-Tu, mas tu acordas-me   porque   cantas  às 7 horas  da manhã.
A Carochinha cantou mais uma vez aquela música:
Veio um rato e disse:
-Quero eu, quero eu!
Veio o rato que queria casar com ela e ela concordou e eles iam casar naquele dia, às 16 horas. 
E eles iam a caminho da igreja mas a Carochinha esqueceu-se  do véu  e o rato foi a casa  sentiu um  cheirinho que vinha do caldeirão mas ele não  ligou a isso e foi  buscar o véu.
A  Carochinha e o João Ratão viveram  felizes  para sempre.

Reconto - A Carochinha

Era uma vez a Carochinha que estava a varrer o chão, a pensar em casar e encontrou uma moeda de ouro. A Carochinha foi comprar um vestido de noiva e meteu-se à janela de casa e começou a cantar:
-Quem quer, quem quer casar com a Carochinha que é tão rica além de ser bonitinha?
Apareceu o cão e a Carochinha perguntou:
-Que som fazes?
-Eu faço ão, ão. - Disse o cão.
-Eu não quero casar contigo porque tu fazes ão,ão e acordas os meus filhos.
Rapidamente começou a cantar:
- Quem quer, quem quer casar com a Carochinha que é tão rica além de ser bonitinha?
Apareceu o boi. A Carochinha perguntou:
-Que som fazes?
-Eu faço muuuuu!
-Eu não quer casar contigo porque tens a voz muito grossa.
Rapidamente a Carochinha começou a cantar:
-Quem quer, quem quer casar com a Carochinha que é rica além de ser bonitinha?
Apareceu o gato e a Carochinha perguntou.
-Eu faço miaaaau!!
-Eu não quero casar contigo porque tu apanhas ratos para comer e eu sou amiga deles.
A Carochinha continuou a cantar:
-Quem quer, quem quer casar com a Carochinha é rica além de ser bonitinha?
Apareceu o galo. A Carochinha perguntou:
-Que som fazes?
Eu faço có-córó-có-có
-Eu não quer casar contigo porque acordas todas as pessoas.
Rapidamente Carochinha começou a cantar:
Quem quer, quem quer casar com a Carochinha é rica além de ser bonitinha?
Apareceu o João Ratão.
-Que som fazes? - Perguntou a Carochinha.
-Eu faço iiii e sou bom rapaz:
-Eu quero casar contigo.Então foram casar e a Carochinha esqueceu-se do véu e o João ratão foi buscá-lo a casa. A Carochinha avisou-o- porque sabia que o João ratão era muito comilão- do caldeirão que estava cheio de sopa. O João ratão pegou numa tigela de sopa, meteu-a dentro do caldeirão e calçou luvas. Subiu para cima da cadeira e tirou a tigela do caldeirão. Comeu a sopa rápido e entregou o véu à Carochinha e viveram felizes para sempre.