sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Descrição: Cristiano Ronaldo


O C.RONALDO é do Real Madrid e ele é magro e alto. Tem 23 anos a cor da pele é morena e tem lábios grossos, olhos verdes e nariz pequeno. Tem mãos grandes, boca pequena, olhos grandes e pestanas pequenas.Ele tem o queixo grosso, barriga grande, pernas grandes, pés pequenos e é inteligente.
 O C.RONALDO veste camisas, calças e chapéu, tem a roupa do Real Madrid e a de Portugal. Tem calças t-shirts de Portugal. Ele não gagueja.



Cristiano Ronaldo é um jogador profissional, que joga no Real Madrid e tem 25 anos.
Foi o melhor jogador do Mundo em 2008.
Ele tem olhos castanhos, tem cabelo preto, tem nariz pequeno e as mãos grandes. Tem orelhas pequenas, pestanas escuras, queixo pequeno, pernas e pés grandes.
É bom jogador, é inteligente e simpático. É trabalhador, sério e organizado no jogo. Ele é feliz.        

Descrição: Ruca



O Ruca é um menino e tem 4 anos. É pequeno e tem os olhos pretos. Ele é careca. 
Usa uma camisola amarela e os calções são azuis. Usa sapatilhas brancas. 
O Ruca é inteligente, meigo e simpático.

Descrição: Hello Kitty


A Hello Kitty é baixa, não é gorda, os lábios são finos e os olhos são pretos.
As mãos são pequenas, a pele é branca, a cara é grande e o corpo é pequeno.
A Hello Kitty é brincalhona, é boa, inteligente e é simpática. Hello Kitty é trabalhadora, é séria e é organizada. Ela é feliz. 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Os nomes colectivos

Nomes que, no singular, designam um conjunto de seres da mesma espécie

Alcateia – conjunto de lobos
Arquipélago – conjunto de ilhas
Arvoredo – conjunto de árvores
Armada – conjunto de barcos

Banda - conjunto de músicos
Bando – conjunto de aves, pessoas
Batalhão – conjunto de soldados
Biblioteca – conjunto de livros

Cacho - conjuto de (por exemplo:)uvas, bananas, etc.
Cardume – conjunto de peixes
Cáfila – conjunto de camelos
Caravana – conjunto de mercadores, de viajantes, peregrinos, estudantes, grupo
Casario – conjunto de casas
Constelação – conjunto de estrelas
Cordilheira – conjunto de serras
Carrilhão – conjunto de sinos
Cabrada – conjunto de cabras
Companha – conjunto de pescadores, tripulação de um barco
Cambada - conjunto de (por exemplo:)de malandros 
Cancioneiro - conjunto de canções, de poesias 
Choldra - conjunto de assassinos, de malandros, de malfeitores
Chusma - conjunto de gente, de pessoas, de marinheiros
Corja - conjunto de vadios, de tratantes, de velhacos, de ladrões
Coro - conjunto de cantores

Enxame – conjunto de abelhas ou vespas
Esquadrilha – conjunto de aviões
Exército – conjunto de soldados
Eucaliptal – conjunto de eucaliptos
Elenco - conjunto de actores
Esquadra - armada, frota, grupo de aviões

Falange - conjunto de anjos, de soldados
Fato - conjunto de cabras
Feixe - conjunto de lenha, de capim
Frota – conjunto de barcos
Formigueiro – conjunto de formigas

Galeria – conjunto de arte
Girândola - conjunto de foguetes
Grupo – conjunto de pessoas

Horda - conjunto de bandidos, aventureiros, de desordeiros, de povos selvagens nómadas

Junta - conjunto de bois, de médicos, de credores, de examinadores

Laranjal - conjunto de laranjeiras
Legião - conjunto de soldados

Multidão – conjunto de pessoas
Matilha – conjunto de cães ou de lobos
Manada – conjunto de bois, de búfalos, de elefantes
Mata – conjunto de árvores
Magote - conjunto de coisas, de pessoas
Malta - conjunto de desordeiros
Molho - conjunto de chaves, de verduras

Ninhada – conjunto de pintainhos, criação de aves num ninho
Nuvem - conjunto de gafanhotos, moscas

Olival – conjunto de oliveiras

Pinhal – conjunto de pinheiros
Pomar – conjunto de árvores de frutos
Pelotão - grupo militar
Plêiade - conjunto de poetas, de artistas

Quadrilha – conjunto de ladrões, salteadores

Rebanho – conjunto de ovelhas, cabras
Récua – conjunto de éguas

Souto  (ou soito)– conjunto de castanheiros
Sobral - conjunto de sobreiros

Turma – conjunto de alunos

Vara – conjunto de porcos


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O aquário

Era um peixe vermelho e três peixes azuis. Era uma vez um aquário. O aquário era grande, pousado numa mesa pequena e comprida ao canto da sala. O menino todos os dias ia dar comida aos peixes perdidos nos seixos.
       Mal a luz da manhã passava pelas largas janelas da sala, as escamas vermelhas do peixe brilhavam e os três peixes não eram amigos dele.
Seria porque ele tinha brilho nas escamas que não eram amigos e o peixe vermelho sentia-se só e triste.
       O menino todas as manhãs deitava um pouco de comida no aquário e os azuis iam depressa para comer a parte melhor e o vermelho comia o resto e por isso o peixe vermelho estava tão magrinho.
      Depois os três peixes azuis foram brincar e o peixe vermelho foi perguntar se podia brincar e os peixes disseram:
     - Não, não podes brincar.
       E os peixes azuis chegavam a morde-lhe as escamas.
       O peixe vermelho brincava sempre só e triste e ao fim o peixinho fazia as corridas sozinho.
       O peixe vermelho nadava e nadava muito depressa de um lado para o outro e até via e os três peixes azuis a brincar a brincadeira preferida do peixe vermelho.
      O peixe vermelho comia o resto da comida que os três peixes deixavam, emagrecia e sentia-se mais triste e as escamas vermelhas ficavam sem cor.
      Certo dia o pai do menino levou para o aquário um peixe negro e muito grande.
     O peixe negro era o maior e o mais velho. Ele tinha duas listas vermelhas e brilhantes ao longo do corpo.
     Quando os três peixes azuis viram aquele peixe grande e negro assustaram-se e fugiram para a gruta e ficaram a ver.
      Pensaram os três peixes:
      Será que aquele peixe grande nos vai comer?
      Quem sabe ate se não nos ira comer?
     Passaram dias e dias e sempre que o menino punha comida no aquário, o peixe negro ia ate lá e comia o que queria.
    Os peixes alem do vermelho ficavam a vê-lo comer o peixe negro para e encostava-se para repousar.
    Depois iam os três peixes azuis comer e por fim e a o peixe vermelho comer pouco de nada.
    Na manha seguinte, o novo peixe foi para o aquário e viu o peixe vermelho a descansar numa rocha cor-de-rosa e disse:
     - Nunca falámos. -  disse o peixe negro.
     - Pois sou sempre o último a comer. - disse o peixe vermelho.
      -Há então és sempre o último a comer. - disse o peixe negro.
       Pois a manha vens comigo. Depois podemos correr de um lado para o outro e a partir de hoje és meu amigo e tratas-me por tu.
     Na manhã seguinte, a mãe do menino subiu as persianas da janela da sala e a luz do sol iluminou o aquário.
    Lentamente como era no seu hábito, o peixe negro foi para o lugar onde a comida caia com o peixe vermelho.
   O peixe vermelho nesta vez comeu que se fartou.
   Depois foi brincar as corridas com o peixe negro.
  Os azuis estavam sempre a olhar para o peixe vermelho de olhos abertos pasmados.
Passados dias, já o pequeno peixe vermelho engordar um pouco, nadava de um lado para o outro do aquário ao lado do seu companheiro.
      Quase sempre ganhava as corridas, porque o seu companheiro, o peixe negro, era muito velho muito mais lento e muito mais pesado.
     Quando desciam até junto da concha branca, divertiam-se a faze-la baloiçar na água ou a levantar pequenas nuvens de areia fina.
     Até que, um dia, o peixe negro ficou doente.
    Na manhã seguinte já não vinha ao sítio onde a comida caía.
     Ficava num canto do aquário.
    O peixinho vermelho leva-lhe então a comida coisa que fazia agora sem receio.
    O peixe vermelho viu que o peixe negro estava doente e ficou preocupado e foi lá ajudá-lo indo buscar comida para ele.
    Depois os três peixes azuis ficaram doentes e o peixe vermelho ficou preocupado e foi buscar comida deu-lhes e foi chamar atenção ao menino.
      O menino foi chamar o pai e este desinfectou o aquário e tornou a enchê-lo com água limpa.
       No dia seguinte todos se sentiam melhor menos o peixe negro.
      Quando viram o peixe negro ainda estava doente decidiram levar comida ou peixe negro.
     Quando o peixe negro melhorou ficaram todos amigos.
I. e F.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O aquário

Era uma vez um peixe vermelho e um aquário. Um aquário  grande que está pousado numa mesa comprida ao canto da sala.
Lá dentro viviam outros três peixes azuis, que invejavam o peixe vermelho, cujas barbatanas flutuavam na água como  pequenas chamas de seda. Mal a manhã chegava, a luz trespassava pelas largas janelas  da sala e as escamas do peixe começavam a brilhar. Por isso todos os outros peixes o ignoravam e não queriam brincar com ele. O peixe vermelho sentia-se só e triste.
O menino todos os dias lhes deitava um pouco de comida. Os peixes azuis iam logo a correr muito e comiam tudo, depois o peixe vermelho não tinha nada para ele. Eles mordiam-lhe as barbatanas para o afugentar.
Ao fim de algum tempo, o peixe vermelho aborreceu-se por estar sempre a brincar sozinho. A brincadeira preferida dele era nadar de um lado para o outro. Ele comia as sobras dos peixes azuis, por isso estava muito triste, e ficava cada vez mais magro. As escamas do peixe vermalho começavam a perder a cor.
O pai do menino trouxe mais um peixe, que era negro. O menino pôs o novo peixe no aquário.  Passados alguns dias, o peixe negro começou a nadar livremente pelo aquário. Ele era o mais velho e o maior, tinha duas riscas vermelhas e brilhantes no corpo. Os peixes azuis quando viram a sombra dele recuaram, ficaram à espreita e pensaram: será que aquele peixe nos vai morder? Quem sabe, até nos pode comer. O velho peixe ia sempre devagar até à comida, depois repousava. Só depois é que os azuis iam comer a sua parte. E por fim aparecia o peixe vermelho que comia os restos.
O peixe negro nadou vagarosamente até uma concha cor-de-rosa, na qual descansava o peixe vermelho. O grande peixe abriu a sua grande boca e soltou uma grande bolha de ar:
- Nunca falámos peixe vermelho – disse ele - é que cada vez que te vejo estás mais magro.
            O peixe vermelho respondeu:
            - Só fico com os restos da comida, senhor peixe, e se tentar ir comer os peixes azuis mordem-me.
            O peixe negro disse:
            - Amanhã vens comigo! Podemos brincar no outro lado do aquário. Estás a ver aquela concha branca rente à gruta? Nós vamos para lá. Agora tens de te lembrar de uma coisa: a partir deste dia vais tratar-me por tu.
            Então lá foram eles comer. O peixe vermelho comeu até se fartar. Depois foram brincar. Brincaram ao jogo favorito do peixe vermelho, que era fazer corridas de um lado para o outro do aquário.
            Até que chegou um dia que o peixe negro ficou doente. Então o peixe vermelho levava-lhe comida. Depois os peixes azuis também ficaram doentes. Então o peixe vermelho foi buscar comida durante dias e dias para todos os peixes. Até que o  menino limpou o aquário e todos ficaram melhor. O peixe vermelho ficou amigo dos azuis. Depois todos os peixes começaram a ir comer ao mesmo tempo e quando o peixe negro se atrasava todos os outros esperavam por ele.